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terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Cisne Negro - Black Swan

Como é costume, todo ano elejo um filme para representar o expoente máximo que será lembrado, ou esquecido, como o melhor na minha opinião, citando alguns anos anteriores, 2009 foi Não estou Lá do Todd Haynes, 2010 foi Bastardos Inglórios do Quentin Tarantino. 2011 foi um ano muito ruim para o cinema mundial e estava desanimado por não ter assistido nada que tivesse valido a pena, porém o melhor de 2010 foi lançado aqui no Brasil em 2011 e trata-se de nada menos que Cisne Negro.
O filme é do diretor Darren Aronofsky, realizador de O Lutador e Réquiem para um Sonho, com apenas esses três filme, já podemos notar seu estilo, coisa cada vez mais difícil de encontrarmos em um diretor de Hollywood, o que Aronofsky pretende é levar suas personagens até o limite de suas forças, tanto física como foi o caso de O Lutador, quanto psicologicamente como é o caso do presente filme .
Em Cisne Negro a bailarina Nina(Natalie Portman) é obrigada a ir ao limite da paranóia para pode atuar em o Lago dos Cisnes,  interpretando tanto o doce e puro Cisne branco, quanto o sedutor e manipulador Cisne negro.
Sem dúvida o melhor de 2010, infelizmente não vai ganhar o Oscar por não ser um filme comercial, mas merece.
Quanto a Natalie Portman, bem, o Oscar de melhor atriz já é dela. 

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

domingo, 26 de setembro de 2010

Livro Chantilly de Mare Soares



       Hoje, contrariando a premissa do blog, teremos uma nota que esperamos não ser esquecida por muito tempo.

       Chantilly é o nome do livro escrito pela jovem carioca Mare Soares, previsto para ser lançado no mês de outubro, confesso aguardar ansioso pelo acontecimento. Da nova geração de escritores brasileiros, Mare, vem com um enredo peculiar, e tratando-se de metáforas, bastante interessante, passado em um tempo em que as pessoas começam a perder a memória e uma mulher ao perceber essa epidemia começa a escrever suas lembranças à procura de ajuda. Após dez anos essas memórias servirão de base para investigações de um cientista intrigado pelo caso.
        Esse será o primeiro livro de uma trilogia sendo o título dos próximos, Copenhague e Champagne. Os títulos que lembram comida, são usados pela escritora por nomearem importantes cidade européias. No site do livro está disponível o primeiro capítulo, o suficiente para despertar a curiosidade e diminuir a dor da espera enquanto o livro não sai, até lá aguardamos e torcemos por seu sucesso, que se for proporcional às nossas expectativas, será imensurável.

Para ir ao site do livro e reservar se exemplar: http://www.livrochantilly.com.br
Para ler a entrevista concedida pela escritora ao blog Nanie's World: http://naniedias.blogspot.com/2010/08/entrevista-mare-soares.html

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Novo título

Pensei em em novo nome para o blog, acho que poderia se chamar "O Vácuo", seria interesante, pois o vácuo é para onde vão as palavras, as idéias, no vácuo elas podem ser melhor esquecidas que nas notas para o esquecimento, notas duram para sempre, mesmo as do esquecimento. Agora, o vácuo torna tudo invisível, se você gritar no vácuo ninguém te escutará, no vácuo sempre se está sozinho e gritando.

sábado, 26 de setembro de 2009

Poor Pierrot

Qual o caminho que nós entramos para deixar de sermos nós mesmos e nos tornarmos o que não queriamos? Poor Pierrot. Algum lugar que jogamos as malas pela janela sem olhar o que tem dentro, sem olhar que somos nós que estamos dentro. Poor Pierrot. Poucas coisas sobraram para se acreditar, sem ideologias, idéias, sonhos, tudo foi soterrado pelos paredes do tempo. Quando perguntam em que acredito, não respondo. Acredito na beleza das mulheres por quem me apaixonei e pelas quais sou esquecido. Poor Pierrot.
Um brinde à solidão dos escritores malditos.
Amém.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Do título

Talvez o título do blog tenha sido um pouco precipitado, pensei em um melhor, Back from hell, se o blog fosse criado hoje colocaria esse nome, tem alguma coisa de Blake e sua Jerusalém, mas agora é tarde demais, como sempre é. Além de que Notas para o esquecimento não é ruim, é até um pouco irônico, são notas para esquecer que ficarão para sempre escritas, como o passado que não pode ser apagado. Quando aperto o botão publicar não tem mais volta, está feito, está esquecido.